Procuro o que não sei se está lá para procurar...
Inútil! Sim, inútil tempo que se perde a vaguear...
Não entendo, não quero entender, não irei entender!
Sorte para falhar... sorte para errar, sorte para o nada!
Nada tenho, nada temo... sem saber que sou, sou.
Não te quero ver... não te quero ouvir...
não te quero cheirar, não te quero sentir...
Portas que se me batem... janelas por abrir!
Odeio! Odiei! Odiarei! É estúpido!
Injusto.
Sou, porque querem que seja... nada temo, nada me dá.
Sinto a injustiça da vida na pele!
;Salgueiro Avelar
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