da minha ilustre a conhecedora filosofia.
Perdes, meu Sol, o teu encantamento
quando iludes a minha sublime razão...
Sol que irradias teu calor pelos sentidos
despertadores dos processos naturais
que outros erradamente dizem desconhecidos
mas bem sei que a ciência os conhece como banais...
Errantes esses que só do brilho do sol vivem...
só do ar sentido se iludem no seu devaneio,
pobres que aprisionados à liberdade se extinguem...
Nem vê-los quero... mas não por áspero receio!
O meu Sol é o meu Luar de Verão...
Eles são os que viverão na escuridão!
.Sebastião Seabra
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