quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Milhões de pessoas, mas só a ti quero!




O mundo tem milhões de pessoas
muitas rudes outras boas.
Conheço uma gota deste oceano,
passam por mim centenas por ano...

Destes milhões só alguns sabem quem sou,
não que seja totalmente desconhecido,
mas o rosto ao mundo não dou,
não quero ser arrogantemente conhecido.

Preciso das gostas que sempre vejo correr,
são o meio social a que pertenço.
Sem elas não faria sentido viver.

Alguns nomes para decorar quase desespero,
O teu nome sei por extenso;
Milhões de pessoas, mas só a ti quero!

Salgueiro Avelar, Novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011


Um soneto para a Anabela,
Gentil e simpática como uma Cinderela.
Sorridente em fotografias e ao telemóvel,
Jeito traquina de menina pouco imóvel.

Elegante sonhadora do seu futuro,
Quer cantora, bailarina, actriz, escritora...
Saltará com o seu jeito e talento todo o muro,
Desaparecerão as barreiras desta menina sonhadora.

Serás sempre assim, menina encantadora,
Alegre, sorridente e agilmente feliz,
Na tua sublime arte de sonhadora.

Aguardo o teu poema que a mim se refere,
Na certeza que nas letras és também uma actriz.
Desejo que a tua felicidade prospere.
Micael Vidal
01-11-2011