sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Isto Já Não é o Que Era!

Isto já não é o que era!
Oh! quem me dera...
ter gente pelas ruas
e, no fim da noite, desbravuras...

O ser desta gente vai-se perdendo
da sua cultura vão-se desprendendo...
Parece que têm medo da origem
do puro branco e da virgem!

A festa da aldeia
já não tem candeia,
já não tem coração...

Perdeu-se a ambição
perdeu-se a juventude
e a bela virtude!


.Sebastião Seabra

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Cor da Amizade

As pessoas têm um espelho da alma,

são as cores o reflexo na sociedade.

O verde da confiança e da calma;

O Branco da paciência e da passividade;


O Vermelho do domínio, da força e motivação;

O Amarelo da alegria, do optimismo e desorganização;

O Preto da escuridão, da descrição e da frieza;

O Azul da estratégia, da inteligência e gentileza;


O laranja da bonita e gentil harmonia.

Tornar-me arco-íris na sinfonia

são os meus ternos desejos e regalias


Tão amado meu laranja, das subtis alegrias,

que és o expoente máximo da autoconfiança!

Faço, com o laranja, uma aliança!


Sebastião Seabra

21-01-2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dúvida, a Tormenta

Perdi-me nos meus longos pensamentos,

encontrei-me no mais simples do meu ser

uma dor incontornável senti por momentos,

não posso ser a cera da chama a resplandecer”


Mas aos poucos vai pegando fogo

e eu acabo por ficar demagogo

das minhas próprias teorias meditadas

ao longo de vários anos estruturadas...


As dúvidas são o esquentar da razão

e os sentimentos a doce voz do coração

que teima em contrariar a lógica...


Mas com o pensamento e a dor filosófica

meu ser fica perdido e se apoquenta.

A dúvida é a minha maior tormenta!



Sebastião Seabra

20/01/2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Eu e as Letras

Sou um aluno de letras,

tenho amantes! (as canetas )

Passo os dias a escrever,

deixando em cada verso o meu entender.


Em cada ponta de tinta

deixo ficar um pouco da minha pinta.

No meio das disfarçadas entrelinhas

deixo ficar os sentimentos que adivinhas...


O que adoro escrever são sonetos

têm o perfil de equilíbrio ideal

e não é nada que apareça em folhetos.


Gosto de escrever

é meu bem e meu mal!

Livremente escrevo sem sofrer!


Sebastião Seabra

03/03/08